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Sodré, GBN; Alves, EE; Lutero, BS; Barna, D; Machado, RC

Sodré Gonçalves de Brito Neto¹, Everton Fernando Alves²
Hector Lutero Honorato de Brito Siman³, Dan de Barna, Roberto Carlos Machado
¹Graduando em Geologia, Universidade Federal de Goiás, UFG, Brasil. ²Departamento de Biotecnologia, Genética e Biologia Celular, Universidade estadual de Maringá, UEM, Paraná, Brasil. ³Departamento de Patologia Geral Universidade Federal de Minas Gerais, UFMG, Belo Horizonte, Brazil. Dan de Barna, autor do livro "Manzana de Adan (Génesis & Prehistoria)" .Roberto Carlos Machado, Pesquisador Independente


E-mail autor correspondente: geologiaatual@gmail.com


Palavras-chave: Paradoxo da Estase Morfológica, Geocronologia, Taxonomia, Estatística Fóssil, Fósseis Vivos, Tipos Básicos Ancestrais, Catastrofismo e Neocatastrofismo, Especiação Em Tempo Real, Estase Morfológica, Pontualismo, Saltacionismo, Parcimônia, Epistemologia, Aceleração de Decaimento Radioativo, Uniformismo, Segregação e Estratificação Espontânea, Paleontologia em T, Impactos, Meteoro, Asteroide, Plasma, Tokamak, piezoelétrico, decaimento radioativo, urânio, Fusão Nuclear, Diamantes, Temporalidade, Carbono 14, Tecidos moles, Métodos de Datação, Paleobiologia, Lado Escuro da Lua. (Glossário abaixo)



ÍNDICE

RESUMO
EVIDENCIAS DE CHUVA DE ASTEROIDES
1. Cinturão de Júpiter indo orbitar em Netuno
2. Lua
3. Diamantes na Terra e ausentes na lua
4. Paradoxo da Estase Morfológica Fóssil, repetição de formas e taxonômica (Sodré, GBN; 2017)
5. 32 outras Evidências
COSMOLOGIA
CRONOLOGIA DO UNIVERSO
1.Velocidade da luz e sinais de Inconstancia
GEOCRONOLOGIA
1. Decaimento Inconstante sob Ambientes
2. 100 Perspectivas Datacionais Anacrônicas
3. Carbono 14
4. Falta de Desgaste nas Arestas
5. Falta de Desgaste nas cachoeiras (Itararé)
GEOCRONOLOGIA E SEDIMENTOLOGIA
ASPECTOS FILOSÓFICOS , EPISTEMOLÓGICOS E GERAIS
CONCLUSÃO

HISTORIA DO ARTIGO
GLOSSÁRIO





TEORIA NEOCATASTROFISTA

DE IMPACTOS
Sodre
SODRÉ NETO
geologiaatual@gmail.com
+5562991683230





Na lua existem 30.000 crateras de impacto (astroblemas) de asteroides e meteoros, e na terra, temos apenas 200 astroblemas catalogados e 2000 em sites russos. Como a lua está muito próxima , e a terra possui campo de atracão mais forte, e diâmetro 3,67 maior que a lua, calcula-se que ela tenha recebido mais de 50 a 100.000 impactos que estão ainda por ser descobertos inclusive os rastros de possíveis acreções.

Abaixo citaremos as publicações geológicas, que confirmaram nossas previsões de 9 anos atrás, referentes ao efeito mantélico do dekkan na índia, causado pelo Chicxulub, onde comentamos a possibilidade de aquecimento da crosta durante o bombardeio por efeitos diversos sobretudo elétricos, plasma, e como isso auxiliaria haver acresções destes corpos na terra , aumentando sua matéria, inchando, inflacionando a terra e criando as placas tectônicase a crosta marinha recente, lembrando que tal efeito se repetiria em todos os pontos além do dekkan no quadro abaixo:

Nenhum texto alternativo automático disponível. Tarbuck Lutgens - Earth An Introdution ti physical Geology. 11 edition. Pag. 449





Um fato curioso nos salta aos olhos quando avaliamos as 200 crateras da terra catalogadas . As "rochas do fanerozóico contêm 155 impactos e as rochas pre-cambrianas contêm apenas 27, ou 15% do total reportado" (Oard, Michael J., 2009). Justamente nas bacias sedimentares que "apagam" mais , temos uma proporção maior de crateras que nas camadas pre-cambrianas que "apagam" menos. Fora o fato que as rochas e terrenos pré-cambrianos, representam o testemunho de 4,5 bilhão de anos, ou 9 vezes mais o suposto tempo do fanerozoico (544 Ma).

Esperaríamos que terrenos de bacias sedimentares, devido sua dinâmica de receber sedimentos e fornecer sedimentos, guardassem na memoria geológica, menor numero de marcas de crateras, e perguntamos como pode as bacias guardarem mais memória, mesmo estando bem menos expostas e possuindo maior capacidade e dinâmica de apagamento das crateras?

Ainda dois pontos podemos observar, que por curto período de tempo, menos que 1/9 cada estrato, estiveram as camadas do fanerozoico expostas, enquanto as pre-cambrianas por bilhões de anos. por outro lado, raciocinamos, sob a perspectiva de chuva de asteroides, se as crateras só apareceriam nas partes mais "frias" sedimentares do planeta, uma vez que as rochas pre-cambrianas estariam aquecidas o suficiente para engolir os impactos.

Neste ponto buscamos uma solução . Estas crateras e seus efeitos estão separados pela geocronologia convencional , contudo, estudos ligados a bombardeamento, cinturões de asteroides, e envelhecimento de rochas pelos aspectos elétricos (plasma) , pressão, e aceleradores de partículas envolvidos num impacto, os quais envelheceriam rochas, nos fazem prever que uma historia geocronológica bem diferente da atual existe e que teremos que recorrer a diversas perspectivas datacionais cruzadas para compor uma historia mais próxima a real idade dos eventos.

Aqui neste artigo interpretaremos alguns dados, à luz de uma nova perspectiva que estamos propondo, que surgiu a partir do estudo de dados, primeiramente paleontológicos e evolutivos, que nos recomendaram (Sodré et al, 2017) pesquisar possibilidade de sepultamento de todas as populações de seres vivos ancestrais da terra devido a repetição de formas fósseis (PMS- paradox stasismorphologix) em 71% das espécies (Simpson, 1944; Benton, 2009), o que reclamaria a ação de um cinturão de asteroides.

A hipótese de chuva de asteroides tem sido discutida pelos astrofisicos:

"Foi hipotetizado que os impactores que criaram a maioria das crateras observáveis ​​nas terras altas lunares antigas foram derivados do cinturão principal de asteróides de tal forma que preservaram sua distribuição de freqüência de tamanho". (Minton, 2014)

[www.sciencedirect.com]
[www.researchgate.net]

"It has been hypothesized that the impactors that created the majority of the observable craters on the ancient lunar highlands were derived from the main asteroid belt in such a way that preserved their size-frequency distribution".

"Foi hipotetizado que as antigas crateras das terras altas lunares foram formadas por impactos de uma população que era idêntica à do cinturão principal de asteróides , baseada nas similaridades entre a distribuição de tamanho-freqüência dos asteróides e a distribuição de freqüência-tamanho dos impactadores das terras altas lunares. usando uma relação de escala de tamanho da cratera " " Os impactadores lunares ... "têm uma distribuição de tamanho muito semelhante à dos asteróides próximos da Terra" ( Strom et al., 2005 ) [www.scopus.com]

[dx.doi.org]
[www.sciencedirect.com]


Pesquisamos o que ocorreu enquanto parte do cinturão de asteroides, ejetado pelo movimento de Júpiter , não entrasse em órbita em Kuiper. Ele estaria "procurando" a sua estabilidade e órbita, e é neste contexto cosmológico que iniciamos nossa discussão. [discussão Asteroides de Marte a Kuiper] [discussão na comunidade "astronomia em debate"] . Tal procura implica em considerar a velocidade descomunal do cinturão ejetado , e o gigantesco caminho até encontrar sua órbita. Ao considerar este momento de instabilidade na trajetória, percebemos sua relação bem estreita com os bombardeios de asteroides que ocorreram na terra e na lua. Tsiganis et al., 2005 , Morbidelli et al., 2005 , Gomes et al., 2005 )


[www.scopus.com]
[www.sciencedirect.com]
[doi.org]
[www.sciencedirect.com]
[www.sciencedirect.com]

Causas cósmicas para eventos terrestres parecem estar invadindo a geologia moderna. Neste artigo, 34 autores liderados pelo Dr. Edward J. Steele, apresenta um bombardeio de asteroides como causa da "explosão" cambriana; bem como considera bombardeamento de bólidos como estando presentes nos principais pontos de mudança geológico-evolucionaria da terra.. " major extinction-diversification evolutionary boundaries coincide .. cometary-bolide bombardment events" "Os principais limites evolutivos da extinção-diversificação coincidem com os eventos de bombardeamento por bólidos-cometas" ejsteele@cyo.edu.au [www.sciencedirect.com]

Porém observamos que um bombardeio de asteroides não fabricaria "apenas" algumas camadas estratigráficas; e sim um conjunto de eventos tectônicos, envolvendo pluma de manto, elétricos, plasma, geoquimicos e não apenas sedimentares .

Entre muitas pesquisas e publicações catastrofistas, que parecem superar as uniformistas na geologia atual , outra publicação aponta para medição de 0.05% do tempo estimado anteriormente, para a formação das camadas do cambriano, combinando com a idéia catastrófica dos asteroides acima.
Berthault, G., Lalomov, A. V. and Tugarova, M. A. : “Reconstruction of paleolithodynamic formation conditions of Cambrian-Ordovician sandstones in the Northwestern Russian platform” – “Lithology and Mineral Resources, 2011, Volume 46, Number 1, 60-70” (Springer Publishing site)

Apesar do trabalho de Steele buscar justificativas para a panspermia,como fenômeno mais provável para inicio complexo da vida no lugar da velha sopa "morna" (Darwin, Miller, Oparin) primordial, [Discussão "complexidade da vida"], ele se reporta a ação cósmica, como alternativa natural mais provável, citando outros trabalhos como :

"explosão Cambriana e a escala de extinção em massa sugere a passagem do nosso Sistema Solar através de uma Nuvem Molecular Gigante desalojando múltiplos cometas da Nuvem de Oort para o interior do Sistema Solar, causando impactos na Terra ( Hoyle e Wickramasinghe, 1981). , 1993 )." ciclo) com impactos cometários coincidentes com eventos de extinção em massa ( Clube et al., 1996 ) e diversificações evolutivas ( Napier et al., 2007 ).

[www.scopus.com]
[www.scopus.com]

DATAÇÃO SEPARA EVENTOS E SUA AUSÊNCIA OS UNE

Assumindo que diversos bombardeios marcaram as extinções em massa, perguntamos se estes bombardeamentos estiveram ou não separados por grandes períodos de tempo, e quê evidencias sedimentares teríamos deste distanciamento, se a forma plano-paralela em que os estratos estão, não apresentam quase nenhum vestígio de formações necessitadas de tempo para justificar tal intercalação..
Perguntamos sobretudo qual segurança podemos ter nos métodos de datação radiométricos, chamados de "absolutos", (que é um termo anti-científico que lembra justamente o que o iluminismo combateu: O absolutismo dos reis empossados pela autoridade divina dos papas "infalíveis") .

Que segurança nos fornecem para termos pelo menos "a quase certeza" de que durante bilhões de anos, o decaimento radioativo esteve trabalhando constantemente? [Discussão plasma/sistemas e aceleração de decaimento na comunidade "loucos por Física"]

Duvidamos desta premissa uniformista principalmente porque sabemos que certos ambientes elétricos como plasma, etc, esta constância de decaimento, base do relógio radiométrico, não acontece, e pode ser acelerada produzindo rochas de bilhões de anos em apenas segundo(s).

Na figura abaixo, percebemos uma pista nesta direção: Investigamos 200 crateras , seu diâmetro e a idade atribuída, e percebemos que os bólidos não apenas atingem a terra, mas também nossas "certezas" "absolutas" geocronológicas; Pois percebemos uma relação entre diâmetro dos bólidos e sua idade. Depois verificamos esta mesma relação na lua e outros planetas.

Figura 1 - Linha de aumento de idade relacionada ao diâmetro de bólidos . Sodré & Lutero, 2017





***Observamos que há uma linha de tendência em relação a dizer que numericamente diâmetros maiores dos bólidos possuem maior probabilidade de estarem relacionados a maiores idades, e numericamente bólidos pequenos ajuntados em torno de idades menores, possuem proporcionalmente probabilidade de estarem relacionados a idades menores .



DECAIMENTO RADIOATIVO, PRODUZINDO BILHÕES DE ANOS EM SEGUNDOS

Alta pressão e variação de decaimento
[siba-ese.unisalento.it]

HAHN, H., BOBN, H. & KIM, J. (1976). Inquérito à Taxa de Perturbação da Queda Nuclear. Radiochimica Acta , 23 (1), pp. 23-37. Retirado 9 de abril de 2018, do doi: 10.1524 / ract.1976.23.1.23

Em 2009 a mesma idéia se repete
[www.sciencedirect.com]

Decaimento alfa em ambientes de elétrons de densidade crescente: Do núcleo nu à matéria comprimida
[link.springer.com]

[www.sciencedirect.com]

[www.creationscience.com]

Meia-vida de decaimento alfa de 221 Fr em diferentes ambientes
[link.springer.com]

Problemas nucleares em q-plasma
[www.scielo.br]





Resultado de imagem para tokamak asteroide

William A. Barker descreve seu pedido de patente de aceleração de decaimento radioativo (como método de descontaminação de materiais radioativos) ,em 31 dez. 1991, da seguinte maneira :

"De um modo geral, a comunidade científica acredita que a taxa de decaimento de um núcleo radioativo é imutável. No entanto, é possível alterar a taxa de decaimento alterando o ambiente do emissor.... Desta forma, a taxa de decaimento da radioactividade dos materiais é grandemente acelerada e os materiais são assim descontaminados a uma velocidade muito mais rápida do que o normal. O estímulo pode ser aplicado aos materiais radioativos, colocando esses materiais dentro da esfera ou terminal de um gerador de Van de Graaff onde eles são submetidos ao potencial elétrico do gerador, como na faixa de 50 kilovolts a 500 kilovolts, para em pelo menos um período de 30 minutos ou mais. A presente invenção baseia-se no facto de a taxa de decomposição de materiais radioactivos poderem ser aceleradas ou reforçadas e assim ser controlada por um estímulo, tal como um potencial electrostático aplicado. Esse potencial, por exemplo, é incorporado na equação de tunelamento mecânico quântico para o coeficiente de transmissão T * T, incluindo uma energia potencial adicional"

Muitos outros trabalhos e pedidos de patente para métodos de aceleração de decaimento radioativo e descontaminação de materiais estão descritos na literatura (An Kinderewitscg, 2003; Gorodezki, 2005) . O aparato de Willian Parker citado precisou de 50-500 kilovolts para gerar aceleração de decaimento e descontaminar assim em apenas 30 minutos, mas nos falta equipamentos para medir os efeitos de milhões de kilovolts e o que geraria a queda de apenas 1 grande bólido. E também como simular qual seria as consequências, em termos de aceleração de decaimento e envelhecimento de rochas , diversos bólidos caindo, eletrificando, aquecendo e fragmentando a crosta terrestre, criando plumas mantélicas, etc.

As experiências com fusão nuclear em inúmeros testes e projetos como de equipamentos de tokamaks , de que , através de sistemas de plasma e temperatura, poder não somente aumentar decaimento mas até alterar núcleo de elementos estáveis (Bosch, 1999; Lee, 2008; Hesslow L et al, 2017; Izumi et al, 2016; Zhang et al, 2016; Xie et al, 2014) , e os efeitos de plasmas e outros aceleradores de partículas durante a queda de grandes bólidos (dos quais temos catalogado apenas em torno de 0,2%), tendo nós mesmos dado uma contribuição relevante para tendência de decaimento acelerado em relação ao diâmetro do bólido (Figura 1), tudo isso nos assegura que podemos simular aqui uma interpretação isenta da dependência tradicional da geocronologia devido esta não poder mais estar (pelo menos “absoluta”) diante de tais testes e fatos e de muitas outras perspectivas datacionais anacrônicas, sem necessitar portanto de tais inúmeras justificativas ad hoc, podendo simular uma interpretação com os dados como eles simplesmente são e estão.

A interpretação isenta da geocronologia convencional e tradicionalmente ensinada desde dois últimos séculos, economiza por assim dizer, uma série de malabarismos justificadores de anomalias anacrônicas que pululam nas descobertas científicas, mas ela trará novos desafios como por exemplo, se não temos este tempo todo distanciando a queda de bólido do outro, então poderíamos nos aproximar mais de estudos da NASA de múltiplos impactos na história da terra ? (Spray, 1998; Donald R. Lowe, 2004; Bunch, 2012; Witke JH, 2013; Kennett, 2015). A evasão de gases e o isolamento dos raios solares pelas grossas nuvens de fumaça esfriariam rapidamente a superfície da terra, criando a glaciação, em cima de uma crosta fervendo logo abaixo dos continentes e das águas em movimento ? Poderia a queda de grandes bólidos envelhecer rochas pela aceleração de decaimento radioativo? poderia transformar alguns elementos estáveis em instáveis arrancando nêutrons de seus núcleos?

A queda de maiores bólidos representam potencial de aceleração maior de partículas e de possível até mesmo surgimento de elementos instáveis (Brown, 2013). As poucas exceções a esta tendencia verificada , podem ter explicações em relação ao terreno do impacto se apresentaria ou não amortecimento do impacto, e o mesmo vale para bólidos de diâmetros pequenos se o terreno impactado teria gerado ou não maiores fatores de aceleração de partículas.

A queda de um bólido maior implica em maior temperatura conjugada a maior efeito plasma conjugado a maior efeito piezoelétrico e a maior onda sonora; todos estes efeitos são aceleradores de partículas e , em graus cada vez mais elevados, são mais capazes de arrancar neutrons até de elementos estáveis, bem como estes neutrôns soltos se agregar a outros elementos criando instabilidade por neutrons a mais e a menos nos novos elementos radioativos gerados.

Se possuem tais potenciais de aceleração de decaimento maior, logo, bólidos maiores teriam a tendencia de ter maiores idades como revela o gráfico e bólidos menores , menores idades como demonstra o gráfico.

Ao observar as idades de rochas defrontamos com as rochas mais velhas do planeta no cinturão de rochas verdes Nuvvuagittuq próxima ao arco de Nastapoka no litoral litoral da costa sudeste da Baía de Hudson , no Canadá . Isso combina perfeitamente com nossas observações das ações de impactos (Beals, 1968; Goodings, 1992; Bleeker, 2004) no envelhecimento de rochas.



Edited 1 time(s). Last edit at 02-Jun-18 19:06 by sodre.

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